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Capítulo XXXIII: A batalha por São Francisco Xavier de Tarl—harrel Parte V: Cavalaria versus Cavalaria.
 
 
Definição de cavalaria:
MILITAR tropa que antigamente utilizava o cavalo e modernamente se serve de veículos motorizados e blindados.
De um lado um mundo que por seus próprios motivos estava em situação similar ao nosso século XVI do outro nosso mundo ou pelo menos nossa humanidade com nossa grandiosa e “suprema” tecnologia.
Não faz nem um ano e a humanidade terrestre ainda estava olhando para todos os cantos do universo, verificando inúmeras vezes o maior número possível dos bilhões de estrelas no firmamento em nossa galáxia em todas as freqüências possíveis. Dotando nossos telescópios espaciais e em terra com tamanha tecnologia, concedendo o máximo de inteligência e autonomia para que observassem os milhares de estrelas possíveis estrelas tão longínquas que são invisíveis para quem olha em noite escura o firmamento a olho nu e continuam invisíveis de tão longe que estão até para quem é proprietário da mais moderna luneta. Detectando a cada ano em projeção geométrica uma quantidade imensa de planetas de todas as formas, orbitando toda sorte de estrelas a toda sorte de distâncias, ejetados e vagando a própria sorte no cosmo infinito.
Mandaram máquinas dotadas de todo o intelecto que as mãos humanas puderam conceder para atravessarem o sistema solar vasculhando cada parte dos planetas próximos e até as luas de outros planetas, vasculhando o menor traço distinto químico medido a mínima reação física. Tudo isso para responder uma maldita pergunta: Estamos sozinhos no universo?
E eis que do nada, essa pergunta é respondida, um presente de Deus? Os brasileiros ganham contanto com um novo mundo que graças aos caprichos do espaço tempo mesmo estando a muitos anos luz, está na verdade a distância de um Portal.
Isso seria motivo para os homens tirar pelo menos um ano para comemorar, pois descobriram vida e não são criaturas medonhas da ficção ou seres gosmentos, personagens de crepyspastas e lendas urbanas, não eles são seres parecidos com os existentes na Terra agradáveis ao olhar e são semelhantes ao que a literatura de RPG que há tantas gerações atraem os sonhos da humanidade terrena retrata.
“Não estávamos comemorando, estávamos guerreando, estávamos literalmente matando gente como à gente e ao mesmo tempo era gente alienígena, extraterrestres semelhantes a nós, esse é o capricho de Deus.” Escreveu depois alguém que participou daquela batalha.
“A oposição dentro do Brazil e as nações que nos olham com desdém nem comenta o tão magnífico está se dando estes eventos (há muitos maravilhados e eles são o motor da odisséia colonizadora Brasileira) dizem eles que este outro mundo, novo mundo, além portal será nosso Afeganistão, nosso Vietnã, nossa Somália, nosso México, nossa Chechênia ou nosso Iêmen. Buraco negro (já que estamos falando em termos cósmicos) de recursos tempo e vidas” Escreveu um político da ala nacionalista.
Observando o campo de batalha podia—se notar que pelo número de inimigos mortos e feridos, o final do confronto se aproximava.
Os dois carros de combate, Santa Rita e Bom Menino, apoiados pelos veículos multiuso na retaguarda, avançaram pela estrada em direção ao norte estando naquela altura a leste quase nordeste do núcleo da refrega.
Coincidência, acidente, azar, capricho divino? Tudo isso, pois os cavaleiros movidos pelo remorso por deixarem os seus para trás em uma tentativa de emboscar os brasileiros, avançando pelo seu flanco esquerdo deram de cara com a coluna de blindados brasileira que avançava lentamente.
O inimigo em um gesto típico dos antigos hussardos dispararam suas pistolas, mas seus projéteis não causaram dano algum graças a sua tecnologia cujo domínio ainda se engatinhava… Fato, eles cavalgavam para a morte… (Tempos depois, unidades de cavaleiros espalhados pela Mesogeia que ainda não tinham grandes contatos com os brasileiros se tornaram grandes consumidores das armas que eram contrabandeadas pelos portais, substituindo suas pistolas carregadas pela boca por revolveres e pistolas semi—automáticas).
No tanque Santa Rita o artilheiro vendo tudo questiona seu comandante:
—Coronel, por acaso o senhor já assistiu aquele filme chamado “Cavalo de Guerra”?
—Sim, está se referindo aquela cena no começo?
—Pois é acho que agora seremos como os alemães.
—E eles serão aqueles ingleses aristocráticos ingênuos, que horror. Infelizmente não há outra opção.
O coronel aproveitou chamou pelo rádio e disse:
—Atenção a todos os comandantes das viaturas, a cena que assistimos é algo inimaginável, porém independente da piedade que possa gerar entre nós não temos outra opção se alguém aqui crer que usamos poder de fogo em excesso eu já lhes digo que tomo para mim a responsabilidade futura. Porém é de responsabilidade de todos saberem e entenderem, nós estamos aqui e temos que varrer o inimigo que planejava marchar contra nós, ensinar da forma mais dura que as regras mudaram, o jogo mudara por isso sem mais nada a dizer apenas ordeno: FOGO!!!!!! ATIREM A VONTADE!!!!!!!
Uma tempestade de rajadas de metralhadoras e disparos de canhão subitamente surgiu, essa foi à resposta dada ao inimigo que vindo na direção das 10 e 11 horas foi metralhado sem piedade, muitos caíram aos pedaços, mutilados, alguns sortudos levaram um tiro em partes não vitais e caíram ao chão por causa do choque podendo sobreviver à batalha, mas a maioria era varada, uma, duas, três ou tantas vezes, nem os pobres dos cavalos eram poupados na confusão ou agressão unilateral.
Os projéteis cuspidos pelos tanques quando caiam no chão arrancava para longe suas vítimas e quando acertava em cheio um cavaleiro produzia uma cena difícil de reconstituir tão horrorosa era.
Eram 500 homens a cavalo contra 2 tanques de guerra e 5 veículos multiuso bem armados e municiados (nota: todos os veículos multiuso Agrale VM—2 antes de entrarem em batalha já tinham deixado seus reboques em locais específicos principalmente os que traziam obuseiros.)
Uma relação quase de 100 cavaleiros contra 1 blindado, eles por mais que ainda caíssem aos montes de todas as for ass possíveis sob o fogo cerrado tentando a um pesado custo penetrar a parede de fogo, o grande número de forma incrível permitiu que alguns deste guerreiros com suas lanças, sabres e pistolas arcaicas conseguissem chegar nos blindados brasileiros e em vão golpear sua carenagem.
A batalha caminhava para seu desfecho previsto, enquanto os soldados brasileiros avançavam em direção ao acampamento inimigo, deixavam para trás um bom número de inimigos mortos ou feridos, além de outros tantos que se rendiam e eram arrastados pelos brasileiros para sua retaguarda onde eram mantidos sob custodia pelos nativos (tamanha revolta de alguns só de pensar na possibilidade de ver suas casas destruídas que não se contiveram e agrediram os prisioneiros tendo que ser contidos por um oficial da artilharia que ficou responsável pelos rendidos).
—Atenção! Se este vilarejo está sob proteção brasileira que vocês obedeçam as leis brasileiras! E nós em nome de Sua Majestade seguindo leis internacionais espontaneamente aceitas damos tratamento digno aos inimigos que se renderem e também aos feridos, então senhores em vez de agredir os vencidos, vão quando possível resgatar todos os feridos, isto é uma ordem! Declarou energicamente o mesmo oficial
Os feridos, amigos e inimigos eram resgatados por nativos e soldados brasileiros da retaguarda (todos os soldados brasileiros independente de onde serve, são obrigados a passar por um treinamento de primeiros socorros e dependendo da função deve saber fazer pequenas cirurgias mesmo não sendo médico).
A suspeita de que mais soldados inimigos viessem em socorro dos seus camaradas praticamente exterminados fez com que o Coronel Vasco de Loronha ordenasse um fogo de supressão contra uma faixa distante 2 kms da posição em que estavam mas sem necessariamente atingir o acampamento inicial inimigo dada a possibilidade de haver civis ou mesmo cativos lá.
A suspeita foi confirmada, logo os brasileiros alcançaram o acampamento, o que sobrou das duas cortes haviam se rendido e os soldados fizeram uma busca frenética no local que muito lembrava os grandes acampamentos romanos como mostrados nos livros de história e em documentários educativos.
Lá havia serviçais de vários tipos que sem mais sem menos foram abandonados por seus amos, inclusive várias concubinas algumas dopadas que nem se importaram com a movimentação.
Alguns soldados, recrutas embalados por um desejo alimentado com a adrenalina da batalha acharam que estariam protegidos no escuro e por isso poderiam impunemente assediar aquelas mulheres, mas quando o primeiro que já tinha tirado suas calças se preparava para concretizar o ato na primeira moça, que estava tamanho choque que não conseguia gritar, um disparo fora ouvido e o agressor caiu morto com um tiro certeiro na cabeça.
—Saia do caminho da minha arma ou se junte a ele vocês não são brasileiros!!!!
—Muito menos você!!!! Gritou o outro soldado contrariado após ver o companheiro morto.
Outro disparo fora ouvido, o tiro passou do lado da orelha do sujeito deixando—o quase surdo.
—Não me obrigue a acertar a mira! Gritou Gilmar enfurecido, o soldado que antes desejava violar as garotas ergueu suas mãos em sinal de rendição.
Ainda furioso com vergonhoso ato ele correu atrás dos outros abusadores e disparou a esmo sua pistola até acabar a munição.
—O que aconteceu? Questionou um oficial da infantaria
—Peguei um dos nossos no instante que ia consumar um ato de violência sexual, não tive outra alternativa a não ser matá—lo confira com seus próprios olhos o desgraçado morreu com as calças abaixadas e com o órgão sexual enrijecido.
—Entendido irei verificar pra confirmar sua ação.
O oficial entrou na barraca principal e gritou:
—Meu Deus que nojo o desgraçado realmente morreu de pau duro e gozando, ecaaa!!!!! Homens retirem todas as mulheres e levem para um local que possam receber todos os cuidados médicos, também precisaremos que façam exames para detectar DST, argh deixe—me ver a identificação desse infeliz.
Ainda enojado o oficial pegou a placa de identificação que todo soldado leva consigo, nela constava que o soldado se chamava Wellington Cação Nunes tinha 18 anos, Piracicaba, Província do Vale do Piracicaba, São Paulo.
—Vai alguém, por favor, retire o corpo deste sujeito que já cansei de procurar nome para xingar, para que? Para que?!!!!!!! Poderia visitar alguma cortesã das redondezas do Forte ou ir ao centro de São Paulo escondido dar uma fornicada que eu faria vista—grossa, agora estupro? Vou solicitar uma investigação dos outros que quase levaram bala do Gilmar, nego acha que só porque está num mundo que parece de anime pode fazer o que quer, essa é a vida real caralho! O que tu não pode fazer lá (nosso mundo) tu não pode fazer aqui…PORRA!!!!!!!!!!!
A movimentação no acampamento continuava, tinham que verificar cada objeto, cada item, cada documento, porém restara apenas jóias, objetos de ouro prata, alguns artigos, os infelizes dos serviçais e concubinas e algum suprimento. Na guerra isso tem pouco valor, ouro, prata e objetos de luxo têm pouco valor o que realmente vale, Antilonius mantinha consigo o tempo todo e neste momento a caminho de suas bases ele tinha em mãos: Informação.
Mas no Brasil há museus, aqueles itens de luxo ou não, dignos de serem oferecidos naqueles programas noturnos da televisão paga feitos especialmente para ajudar os insones a dormir, teriam assim um destino e foram recolhidos e empacotados.
Antes em meio à confusão em que garotas que ali estavam e por causa do seu corpo quase foram violadas, soldados tomavam a bandeira inimiga que tremulava no mastro do ponto principal do acampamento e nele ergueram a bandeira do Grande Império Unido do Brazil ao som de gritos e urros de felicidade e comemoração, a batalha tinha acabado.
Esta batalha passaria erroneamente para história como o primeiro enfretamento entre brasileiros e os bárbaros nativos (sendo que o primeiro enfretamento foi o incidente contra uma cidade comerciante escravagista dias antes o que é uma outra história…)
Após a batalha enquanto se recolhiam os mortos e feridos inimigos alguém reparou que entre os mortos próximos ao acampamento (com certeza eram artilheiros metralhados por Gilmar) havia pelo menos 5 elfos, vendo isto um sujeito comunicou ao Forte São Jorge e o outro sujeito que recebeu a mensagem repassou para outro cidadão que tinha ligação com o Instituto de Ciências Biomédicas, a Faculdade de Medicina e a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo que dizem as más línguas quando ficaram sabendo da batalha ficaram como urubus esperando o final da mesma e uma oportunidade de obter alguns soldados inimigos não humanos infelizes para fazerem uma dissecação para “propostos científicos”.
—Como é que é? Os caras da USP estão mandando um helicóptero para cá? Perguntou sem entender o Coronel Vasco Pacheco.
—Sim senhor eles requisitaram os corpos dos elfos mortos encontrados do lado inimigo para posterior análise, também ofereceram em troca prestar cuidados médicos aos feridos de ambos os lados, parece que vão retirar amostras dos inimigos feridos.
—Vem cá, baixou o Josef Mengele neles?
—Parece que não tinha nada de errado na papelada que eles enviaram.
—Pelo visto a papelada já estava pronta.
—Pois é com procuração e papel timbrado.
—Como eu amo a burocracia deste país!!!!!!
Junto com o helicóptero da USP (“para isso eles tem dinheiro ou arranjam doadores” resmungou um soldado raso) outras aeronaves vieram para retirar os feridos mais graves que uma vez chegado ao Forte São Jorge seriam encaminhados para os hospitais da capital paulista atrás do Portal (o centro médico das Forças Armadas de Forte São Jorge ainda não estava totalmente pronto atendendo um número limitado de pessoas condizentes com o movimento naquela altura, mas cujo projeto previa se tornar tão grande e imponente quanto os melhores hospitais do país).
Os com ferimentos leves receberiam atendimento no local e se forem prisioneiros se juntariam depois com outros que seriam mandados para Forte São Jorge nos MTVR (Caminhões Táticos) que devido ao pouco número não puderam levar todos retornando no dia seguinte com mais caminhões em número suficiente para levar todos os prisioneiros restantes.
Ficaram sob custódia em um centro de detenção montado as pressas onde puderam receber as visitas dos enviados de diferentes órgãos de direitos humanos e veículos de imprensa, enquanto isso o governo decidiriam o que fazer com eles. Posteriormente esses soldados tomariam rumos distintos devido a sua posição ocupada como soldado ou nas suas afinidades, há quem quando solto, ingressou nas Forças Armadas Imperiais, outros puderam voltar para casa e havia quem recomeçaram a vida nas colônias ou mesmo em algum canto no interior do Brasil, mas uma pequena parcela depois de livre retornou aos seus antigos lideres e jurando vingança tendo ainda algum conhecimento deste mundo (segundo eles mil anos avançado, mas na pratica estávamos há 500 anos à frente) retomaram a luta contra os brasileiros.
Outras pessoas que ficaram sob custodia, mas por uma circunstância especifica foram as concubinas abandonadas no acampamento. Estas, depois descobriram eram nada mais do que escravas, ficaram um tempo em um centro de reabilitação recém construído as pressas para onde iam aqueles que estavam em servidão e recebiam educação básica em língua portuguesa e língua nativa, sabe—se que algumas dessas garotas uma vez refeitas suas vidas foram para outros países e suas memórias transformadas em livro fizeram muito sucesso em ambos os mundos. Também como de se imaginar outras preferiram o anonimato que era interrompido por pesquisas acadêmicas.
Os outros serviçais como cozinheiros, camareiros, etc que também estavam deixados a sorte no acampamento após também passarem por um período de adaptação conseguiram seus espaços na sociedade brasileira e construíram um senso de proximidade com os que estavam na mesma situação.
Fim da batalha.
Dados do confronto:
Contingentes iniciais e saldo da batalha:
Forças de Antolonius:
—Contingente inicial 8000 homens aproximadamente
—20 peças de artilharia
—Número não identificado de Magos Militares
— 4 Dragões
Baixas:
—2300 mortos aproximadamente, 4 dragões e seus cavaleiros abatidos, 700 feridos e 500 soldados que se renderam capturados.
Forças iniciais em São Francisco de Tarl—harrel
— Aproximadamente 200 nativos e colonos, armados com carabinas, fuzis, pistolas e armas brancas tradicionais.
—1 Veiculo Multiuso Agrale VM—2
Forças Brasileiras:
—100 Homens da Força—Tarefa de Socorro
—2 Aeronaves da Força Aérea Imperial modelo Embraer EMB 318 Super Tucano
—2 Veículos de Combate EE—T3 Osório (Inicialmente eram 3 mas um teve problemas no caminho)
—10 Veículos blindados
—5 Caminhões para transporte de tropas e suprimentos.
—4 Peças de artilharia rebocadas.
Aproximadamente 30 a 40 nativos e colonos mortos antes da chegada da força tarefa, 40 nativos e colonos feridos, 3 soldados mortos em combate, 30 soldados com ferimentos diversos (contando ferimentos graves e leves)
Sobre Antilonius Donbov Varegiannus, seu desprezo e ignorância em relação ao inimigo causou sua ruína que por sorte e destino naquele momento não fora total e também fora o desprezo a clara e gritante diferença de poder entre o seu modo de fazer guerra e a dos brasileiros (que fique colocado bem claro, não sendo nem o suficiente para ser considerada uma superpotência sendo considerada justiça seja feita uma potência regional ascendente) que salvou sua pele, pois enquanto ele não estivesse no caminho dos “barbaros do sul” ele ficaria em paz e só futuramente quando os brasileiros necessitaram de um saída para as geladas águas dos mares ao norte é que oficialmente, brasileiros e Donbov voltariam a se confrontar e desta vez mesmo esse general contando com a ajuda de dissidentes brasileiros seja em armas, equipamento ou pessoal, mesmo assim a vitória seria do invasor.
A batalha tinha acabado…..
Um lusitano tendo conciência disso, vendo tudo ao seu redor o acampamento inimigo sendo desmontado e despojado, a bandeira de seu império tremulando ele do nada como se tivesse um estalo caiu de joelhos e erguendo seus braços em cruz em lágrimas gritou:
—EL! TU MEU CRIADOR QUE EM MEIO A TANTOS DESGRAÇADOS PECADORES TU PERMITISTE QUE EU SENDO MAIS UM VIVESSE!!!! EU FIZ O QUE FIZ O QUE FIZ E ME SALVASTE!!!! OBRIGADO!!!!! RECEBA COM SUA JUSTIÇA E PERDÃO AS ALMAS DOS DESGRAÇADOS QUE EU E OS MEUS LHE ENVIARAM E TAMBÉM OS ENTRE OS MEUS QUE AQUI MORRERAM!!!! ACEITO COMO CASTIGO O HORROR QUE ESCOLHI LIVREMENTE VER E TESTEMUNHAS EM PRÓL DE UMA BANDEIRA!!! COMO ESSA LAMA SOB MEUS PÉS EU SOU PÓ APENAS PÓ!!!!!
Ele estava ainda em lágrimas os braços apoiados no chão nem ligava para a sua volta, continuava a rezar nem ele entendia por que era o único daquele jeito, mas que soldado de merda era, ele diz isso.
Uma mão suave apoiou bem firme em suas costas, a voz suave, mas também temerosa lhe disse:
—Levanta garoto se tu é pó eu não sei não por que não me interessa…vamos ou tua história termina na primeira vitória?
Gilmar se levanta e olha ao seu lado era Kuria que sem ninguém perceberam tinha saído da retaguarda e agora estava naquele lugar, apesar do tom firme de sua voz ela fora caridosa e ajudara o lusitano a se levantar.
—Tu protegeu os seus e eu sei que não importa o lugar, para a maioria sana dos guerreiros, se entra em toda batalha como se fosse a primeira e torcendo para ser a última…
Segurando firme o braço da deusa Gilmar murmurou:
—Ó Virgem Sancta mãe de Deus te agradeço pelos amigos que me enviam.
A deusa com um misto de ironia e também achando graça disse:
—Um dia eu irei conhecer essa Maria? Que vocês tanto invocam é a “mãe de todos” de seu país? Aqui temos Mitera e ela me trata como se fosse minha mãe apesar de eu ser tão antigo quanto ela…garoto fora da refrega tu é uma criança….
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Capítulo XXXIII